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Jornal do Commercio do Rio de Janeiro

JORNAL DO COMMERCIO
Caderno do Informática (C-5)
Pequenas empresas entram na briga pelo comércio virtual
20 de Maio de 1998


Pequenas empresas entram na briga pelo comércio virtual
Soluções simples competem com tecnologia IBM

Se a IBM está investindo os tubos em e-commerce, por que não, os pequenos e médios empresários também não podem usufruir deste ascendente mercado? E isso está ocorrendo mais rápido do que se imagina. De uma política ainda persistente de EDI, as empresas começam a redefinir o conceito Internet de suas redes internas dando um estrondoso salto para extranets, ampliando sobremaneira a relação entre fornecedores e clientes.

Essa remodelagem que a tecnologia da informação está assumindo com o e-commerce tem motivado empresas como a Sinco Informática e Consultoria Organizacional a entrarem de cabeça neste mercado, competindo, inclusive, com a IBM. Para o Diretor Técnico da Sinco, Erick Vils, praticamente todas as companhias do planeta estão de olhos voltados para o mundo Web.

Embora muitas já estejam se antecipando a nova onda de negócios via Internet, Vils alega que as transações entre clientes e fornecedores ainda não estão em tempo totalmente real.

- Podemos competir com as soluções da IBM, no entanto, ainda ficamos um pouco atrás devido à força da marca dela – reconhece o especialista. "Quem já tem uma base de dados da IBM acaba ficando mais atrelado à ela" , explica Erick, que tem como sócio Ralph Vils.

Desafios! Internet e negócios é o must empresarial, uma ambição que permeia os pensamentos de, pelo menos, quatro entre cinco empresários. Contudo, ainda existem alguns desafios como segurança, escalabilidade e confiabilidade. Mas Vils garante que o fato não implica na inviabilidade do e-commerce.

Os atuais níveis de segurança, produtos de gerenciamento e operação já tornam possível a implantação de sistemas capazes de executar quase todas as etapas de uma negociação sem riscos para as duas pontas da linha.

- As tecnologias para e-commerce não são simples e, portanto, requerem amplo conhecimento dos Webmasters, dos quais a grande maioria é de designers. Mesmo com uma grande expectativa em torno das soluções para e-commerce, o mercado ainda está um pouco insipiente devido à lentidão de algumas empresas de diversos seguimentos – observa o especialista da Sinco, que já elabora soluções para e-commerce.

Aos olhos atentos de Vils, quem realmente se movimentará com exatidão neste segmento de negócios via Internet serão os pequenos empresários. Outra previsão do jovem executivo é de que os mercados de EDI e de home banking tendem a desaparecer logo que o e-commerce se defina no cenário mercadológico. "Daqui a uns quatro anos tudo estará diferente", profetiza Vils.

Migração. O grande empecilho, porém, para uma expansão ainda mais rápida das soluções de e-commerce é a falta de cultura bem difundida sobre o assunto e o custo, que ainda não está tão atraente quanto imaginam muitos. O executivo da Sinco frisa que o primeiro passo para quem pretende se insinuar no mundo dos negócios virtuais é o de instalar uma intranet para depois, aos poucos, investir na migração de dados para a grande rede (extranet).

O preço de uma solução de e-commerce pode variar muito, segundo observações de Vils: um médio empresário, por exemplo, pode gastar apenas em software, cerca de R$ 25 mil, incluindo links e servidores. "Isso sem hardware", diz Vils, acrescentando também que se o cliente já obtém servidor, o custo de hardware se torna bastante pequeno. "Basta trocar a placa de manutenção do link para atender a cinco clientes simultaneamente", resume.

Criptografia. Uma palavra que para muitos ainda é sinônimo de medo da Internet pode não ser o bicho-papão que muitos executivos temerosos imaginam. Vils ressalta serem poucas as situações onde realmente é necessário segurança criptográfica no e-commerce.

Ele sita o exemplo dos sites da Microsoft que fazem acesso aos bancos de dados de passwords e não utilizam criptografia. Segundo ele, são informações que não são tão importantes como uma conta bancária.

- Devemos saber exatamente onde a criptografia deva ser aplicada, pois sua utilização pode trazer situações de congestionamento dos canais, uma vez que o volume de dados transmitido de forma criptografada é bem maior – alerta.

Jornal do Commercio do Rio de Janeiro

 

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